Atributos do coletivo

Da ideia ao mundo

A gente cresceu ouvindo “isso não dá dinheiro” toda vez que falava de escrever um sistema de RPG do zero, ou desenhar um personagem que só existe na nossa cabeça. Fizemos assim mesmo. Pra nós, ser nerd nunca foi só acumular referência. É pegar o que a gente ama e devolver pro universo geek algo que não existia antes.

Criar em vez de comentar

Tem uma internet inteira fazendo review do que os outros criaram. A gente também faz análise, mas o que nos move de verdade é a pergunta seguinte: “e se a gente fizesse a nossa versão disso?” Foi assim que um blog de artigos virou também um estúdio construindo um sistema de RPG próprio, regra por regra, ficha por ficha.

Trabalho de duas pessoas, não de fórmula

Não terceirizamos pauta pra redação nenhuma. Cada texto, cada traço, cada mecânica de jogo passa pela mão do João ou do Victor. Isso significa que tem opinião, tem estilo, tem risco. Preferimos um projeto imperfeito e nosso a um conteúdo genérico otimizado pra agradar todo mundo.

Honestidade antes de audiência

Se um jogo é ruim, a gente escreve que é ruim. Não existe review patrocinada por trás de um “recomendo”. Isso vale menos clique às vezes, mas vale mais confiança sempre.

Cultura geek é ferramenta, não vitrine

Folclore brasileiro, HQ, RPG de mesa, cinema: pra gente isso é matéria-prima, não conteúdo pra performar identidade nerd. Filhos da Noite existe porque juntamos essas referências pra construir algo novo, não pra citar o que já existe.

Nossa Equipe

João Pedro

Nasceu com um lápis na mão e nunca mais largou. Faz parte da geração que aprendeu a desenhar copiando capa de HQ com papel manteiga e hoje transforma ideias em projetos, personagens e identidade visual pra tudo que sai daqui. Enquanto os outros consomem, ele já está imaginando como poderia fazer melhor.

Cursa Design, mas na prática já é formado em virar a madrugada testando uma nova paleta de cores. Fundador do Portfólio Nerd e responsável por boa parte dos erros e acertos dos projetos.

Victor Hugo

Estudante de Antropologia que decidiu aplicar tudo o que aprendeu sobre cultura e comportamento humano em roteiros de mundos que não existem. Assiste filme pensando em estrutura narrativa, bebe café pensando em worldbuilding, e é capaz de transformar qualquer conversa de bar numa ideia de campanha de RPG.

É sócio do Portfólio Nerd e o cérebro por trás da atmosfera e da história de Filhos da Noite — se um personagem tem motivação, passado e um segredo obscuro demais pra contar, a culpa é dele.